Não conseguimos deixar de associar a papoila e a sua cor, aos caminheiros e ao rubro dos seus lenços. Os caminheiros nasceram como papoilas belas num terreno hóstil. Nasceram como esperança depois da adversidade [da Grande Guerra]. E – assim nos parece – é desta memória que pode nascer a mais bela homenagem neste tempo de centenário.
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